Você já parou para pensar em como as decisões do governo — seja na esfera municipal, estadual ou federal — podem impactar diretamente a operação, a carga tributária e a lucratividade da sua empresa? É exatamente nesse ponto de interseção entre o setor privado e o setor público que atuam as Relações Governamentais (RelGov).

Frequentemente integrada à área de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), essa atividade estratégica deixou de ser exclusividade de multinacionais e passou a ser vital para empresas e associações que buscam segurança jurídica, previsibilidade regulatória e competitividade para o ciclo de 2027.

Para entender na prática como os assuntos governamentais afetam o dia a dia corporativo, imagine o seguinte exemplo:

Uma indústria brasileira importa da China uma matéria-prima essencial para a fabricação de seu principal produto. De repente, em razão de uma emergência fitossanitária no país asiático, uma agência reguladora ou ministério brasileiro publica uma portaria suspendendo temporariamente a importação daquele insumo. Sem a matéria-prima, a fábrica corre o risco de parar suas linhas de produção em poucas semanas, gerando prejuízos milionários e demissões.

No entanto, a empresa possui protocolos rigorosos de esterilização industrial que eliminam qualquer risco sanitário no desembarque da carga. Como mostrar rapidamente às autoridades governamentais, com base em dados técnicos e científicos, que a importação daquele insumo específico é segura e que a paralisação do setor causará desabastecimento no mercado interno?

Esse diálogo técnico, ético, transparente e fundamentado com os tomadores de decisão do poder público é o coração das Relações Governamentais. Neste guia completo e atualizado para 2027, você vai entender o que significa RelGov, o que são relações institucionais, a diferença para lobby e advocacy, e como estruturar essa área no seu negócio.

Índice do Artigo

Qual o conceito de Relações Governamentais (RelGov)?

O conceito de Relações Governamentais (RelGov) — também chamado no mercado corporativo de RIG (Relações Institucionais e Governamentais) ou gestão de Assuntos Governamentais — refere-se ao conjunto de estratégias, processos de comunicação e análises de inteligência utilizados por organizações privadas, entidades de classe e terceiro setor para interagir de forma ética e legítima com os órgãos governamentais.

O objetivo central do trabalho de RelGov é estabelecer uma ponte de diálogo contínuo entre a iniciativa privada e o Estado (Poder Executivo, Poder Legislativo e Agências Reguladoras).

Por um lado, a empresa monitora políticas públicas, projetos de lei e regulamentações para antecipar riscos e identificar oportunidades de negócios. Por outro, ela contribui com o próprio processo democrático, levando aos agentes governamentais dados técnicos, estudos de impacto econômico e a realidade prática do setor produtivo antes que uma decisão pública seja tomada.


O que são Relações Institucionais e qual a diferença entre RelGov, Lobby e Advocacy?

Uma das maiores dúvidas de executivos e gestores é entender o que são relações institucionais, qual o significado de relação institucional no setor público brasileiro e como esses conceitos se diferenciam do lobby e do advocacy.

Embora caminhem juntas dentro da sigla RIG, cada frente possui um foco específico:

Para facilitar a visualização, confira a tabela comparativa abaixo com as diferenças entre RelGov, Relações Institucionais, Lobby e Advocacy:

ConceitoFoco Principal de AtuaçãoPúblico-Alvo (Stakeholders)Exemplo Prático em 2027
Relações Governamentais (RelGov)Monitoramento legislativo, inteligência regulatória e diálogo técnico com o Estado.Poder Executivo (Ministérios, Secretarias), Legislativo (Câmara, Senado, Assembleias) e Agências Reguladoras.Apresentar dados técnicos sobre o impacto da regulamentação da Reforma Tributária ou do Orçamento Estadual 2027 no setor produtivo.
Relações Institucionais (RI)Construção de reputação, alianças estratégicas e diálogo com entidades de classe e sociedade.Associações setoriais, federações da indústria/comércio, imprensa, ONGs e opinião pública.Representar a empresa em câmaras setoriais e construir coalizões empresariais para defender a competitividade do setor.
LobbyDefesa direta de interesses específicos no processo de tomada de decisão pública (atividade legítima em avançada regulamentação no Brasil).Parlamentares, relatores de projetos de lei, comissões e tomadores de decisão direta.Pleitear a alteração técnica, emenda ou veto de um artigo específico em um Projeto de Lei (PL).
AdvocacyMobilização ampla e defesa de causas de interesse público, social, econômico ou ambiental.Sociedade civil, mídia, formadores de opinião e formuladores de políticas públicas.Campanhas públicas pela universalização do saneamento básico, transição energética ou segurança jurídica.

Qual a importância das Relações Governamentais para as empresas em 2027?

No Brasil, o ambiente político, tributário e regulatório é altamente dinâmico. Diariamente, centenas de normas, portarias, decretos e projetos de lei são propostos nos níveis municipal, estadual e federal. Ignorar o que acontece em Brasília, nas Assembleias Legislativas ou nas Agências Reguladoras pode custar a sobrevivência de um modelo de negócios.

À medida que avançamos para 2027, temas estruturais — como a implementação prática da Reforma Tributária, a disputa por benefícios fiscais estaduais, a alocação de recursos no orçamento público e novas exigências ambientais e regulatórias — exigem que as empresas deixem de ser meras espectadoras.

Contar com uma estrutura ou consultoria governamental especializada traz benefícios diretos:

1. Previsibilidade e Mitigação de Riscos Regulatórios

Quando a empresa monitora ativamente o cenário político e regulatório, ela não é pega de surpresa por mudanças repentinas na legislação ou na tributação. A equipe de RelGov antecipa tendências, calcula cenários e dá tempo hábil para a diretoria ajustar rotas operacionais ou apresentar defesas técnicas.

2. Defesa Legítima do Setor Produtivo

Muitas vezes, um parlamentar ou regulador elabora uma norma sem conhecer a fundo a cadeia produtiva de um segmento específico. O profissional de Relações Governamentais atua traduzindo a complexidade técnica do setor privado para a linguagem pública, evitando que leis bem-intencionadas gerem efeitos colaterais graves para a economia e para os empregos.

3. Identificação de Oportunidades e Incentivos

As políticas governamentais não geram apenas restrições; elas também abrem janelas estratégicas de financiamento, parcerias público-privadas (PPPs), linhas de fomento à inovação, compras governamentais e incentivos fiscais para empresas que acompanham de perto a agenda pública.

4. Fortalecimento da Reputação e Compliance

Uma atuação de RIG pautada na ética, na transparência e em dados confiáveis posiciona a empresa como uma referência técnica e uma parceira confiável na discussão de soluções para o desenvolvimento do país.


Quais são os principais órgãos do governo voltados à iniciativa privada?

Na prática das Relações Institucionais e Governamentais no setor público brasileiro, o mapeamento de stakeholders envolve a interação constante com diferentes esferas de poder. Entre os principais órgãos governamentais e instituições que impactam diretamente o setor privado, destacam-se:


Como fazer Relações Governamentais na prática? (Passo a Passo)

Para que a gestão de assuntos institucionais e governamentais gere resultados concretos e seguros, o trabalho não pode ser feito no improviso. Veja como estruturar as frentes essenciais de atuação:

1. Monitoramento Legislativo e Regulatório Contínuo

O primeiro pilar é acompanhar sistematicamente os Diários Oficiais, a apresentação de novos projetos de lei, requerimentos de audiências públicas, consultas públicas de agências reguladoras e decretos do Executivo. O uso de inteligência de dados permite filtrar o que realmente tem chance de avançar e impactar o seu negócio.

2. Mapeamento de Stakeholders (Tomadores de Decisão)

Não basta saber o que está sendo decidido; é preciso saber quem decide. O profissional ou analista de relações governamentais mapeia os atores-chave envolvidos no tema: autores de projetos, relatores em comissões, lideranças partidárias, corpo técnico de ministérios e entidades de classe afetadas.

3. Acompanhamento de Imprensa e Redes Sociais dos Parlamentares

Para construir uma estratégia de aproximação eficaz, é fundamental acompanhar os veículos de imprensa e as redes sociais das autoridades governamentais. Isso permite compreender a pauta prioritária de cada parlamentar ou gestor público, suas bases eleitorais, posicionamentos históricos e sensibilidades políticas antes de agendar uma reunião institucional.

4. Produção de Subsídios Técnicos (Position Papers e Notas Técnicas)

Em uma audiência com autoridades governamentais, argumentos puramente comerciais não funcionam. O segredo do sucesso em RelGov é elaborar Position Papers (documentos de posicionamento) objetivos, embasados em dados econômicos, jurídicos e sociais, demonstrando como o pleito da empresa ou do setor se alinha ao interesse público, à geração de empregos e à arrecadação sustentável.

5. Atuação em Coalizão e Associações Setoriais

Muitas demandas ganham muito mais força quando apresentadas de forma coletiva. Participar ativamente de sindicatos patronais, federações e associações setoriais fortalece o peso institucional do pleito perante o governo.

Toda interação entre o setor privado e agentes públicos deve obedecer estritamente à legislação brasileira, incluindo a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013), a Lei de Conflito de Interesses (Lei nº 12.813/2013) e os códigos internos de ética e governança corporativa. Relações Governamentais modernas são sinônimo de transparência, agenda oficial e argumentação técnica.


Conclusão: Como preparar sua empresa para os desafios políticos e regulatórios de 2027?

Compreender o que é Relações Governamentais (RelGov) e investir em uma gestão profissional de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) deixou de ser um diferencial e tornou-se um requisito de sobrevivência e expansão empresarial no Brasil.

Empresas que contam com inteligência política e regulatória conseguem antecipar mudanças na lei, evitar prejuízos bilionários, acessar oportunidades estratégicas no orçamento público e participar de forma legítima da construção de um ambiente de negócios mais seguro e competitivo em 2027.

Além disso, o início de um novo ciclo pós-eleitoral em 2027 traz uma profunda renovação no Poder Executivo e na composição do Congresso Nacional e das Assembleias Legislativas. Com a posse de novos parlamentares, governadores, secretários e lideranças de comissões, o mapeamento de stakeholders e a reconstrução de pontes institucionais nos primeiros 100 dias de mandato tornam-se decisivos para evitar o arquivamento de pautas estratégicas e posicionar o setor produtivo diante das novas prioridades de governo.

Como a ELO Relações Governamentais pode apoiar a sua organização?

A ELO Relações Governamentais é uma consultoria especializada em conectar o setor privado ao setor público com inteligência, ética e visão estratégica de negócios. Atuamos lado a lado com a sua organização em três frentes principais:

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relacoes governamentais entenda como funciona 1

Como CEO ou gestor de empresas, você já se deparou em uma situação onde se perguntou: quem são os atores-chave do meio político, onde encontrá-los ou como contactá-los?

Uma pergunta ainda mais latente seria, como criar uma conexão real e consistente na intenção de criar oportunidades de parcerias estratégicas para sua empresa?

Existem pessoas que influenciam o cenário político e regulatório e, tê-los como parceiros é mais do que uma vantagem competitiva – é uma necessidade estratégica.

Dentro desse contexto, o termo “stakeholder” transcende a simples definição de “parte interessada”.

O propósito deste artigo é muito mais do que apenas conceituar o que é Stakeholder, mas sim ensinar alguns princípios sobre como mapeá-los e criar uma relação consistente capaz de abrir oportunidades de negócios para sua empresa ou até mesmo antecipar impactos negativos ao seu negócio.



Quem são os Stakeholders do meio político?

Costumamos dizer que no âmbito de RIG (Relações Institucionais e Governamentais), um stakeholder governamental é todo indivíduo, órgão ou entidade que pode afetar ou ser impactado por atividades, projetos, políticas, ou até mesmo pela reputação de uma organização, podendo ser:

Por que é importante pensar no mapeamento de stakeholders?

Identificar e compreender esses stakeholders é o primeiro passo para construir um diálogo produtivo e antecipar movimentos que possam impactar o negócio.

É nesse cenário que o mapeamento de stakeholders governamentais se torna uma ferramenta indispensável.

O mapeamento de stakeholders é um processo analítico e contínuo que visa não apenas listar nomes – mas, por que não dizer – “decifrar” o ecossistema de poder e influência que permeia as decisões públicas, decisões essas que podem, inclusive colocar sua organização diante de oportunidades de negócios com o governo.

O que é o mapeamento de stakeholders governamentais exatamente?

O mapeamento de Stakeholders consiste em um diagnóstico aprofundado sobre:

Este trabalho é a base para qualquer estratégia de relações institucionais e governamentais bem-sucedida.

Em geral, quando não há um setor estratégico relacionado ao âmbito político dentro das organizações, este processo analítico é realizado pela direção, juntamente com membros estratégicos que conhecem bem o mercado.

Contudo, nossa proposta aqui é levar você a um nível mais estratégico no seu mapeamento, que é contar com uma consultoria de RIG como a Elo.

Entendemos que, mesmo que seu time disponha de pessoas especializadas na sua regra de negócios e na movimentação específica do mercado em que sua empresa atua, é necessário ter pessoas capacitadas em assuntos políticos e atualizadas às movimentações mais recentes do governo.

Ao unir o know-how de seu time como nossa especialização em monitorar e interpretar o curso das decisões governamentais, você coloca sua empresa em uma posição perfeitamente estratégica para “proteger” seus negócios.

Uma observação que fazemos é que: o mapeamento de stakeholders é uma ferramenta viva, ou seja, uma estratégia que precisa ser constantemente atualizada, pois o cenário político é dinâmico, afinal, os mandatos que se encerram, novas nomeações e mudanças nas correlações de força são feitas, e o “tabuleiro” volta a configuração inicial para o novo jogo.

Um bom mapeamento fornece a clareza necessária para direcionar esforços e recursos de maneira inteligente.

Quem são os stakeholders dentro das diferentes esferas da política

Esta seção visa ser bem categórica para que você identifique de uma forma bem prática as pessoas e entidades que se configuram como stakeholders.

No Poder Executivo: – Ministros
– Secretários de Estado e Municipais
– Presidentes e Diretores de Agências Reguladoras (ex: ANVISA, ANATEL, ANEEL)
– técnicos de alto escalão
No Poder Legislativo:– Deputados Federais
– Senadores
– Deputados Estaduais
– Vereadores, especialmente aqueles que integram comissões temáticas relevantes para o setor da empresa, além de relatores de projetos de lei específicos.
No Poder Judiciário e Órgãos de Controle:– Membros de tribunais superiores
– Procuradores membros do Tribunal de Contas da União (TCU) ou Tribunais de Contas Estaduais (TCEs)
– Defensores Públicos

Por que o mapeamento de stakeholders é essencial para Relações Institucionais?

O mapeamento do qual falamos ao longo deste artigo é capaz de transformar a maneira como uma organização interage com o poder público.

Sua empresa sai de uma abordagem genérica ou reativa,  e passa a atuar de forma estratégica e proativa.

Em um cenário com múltiplos atores e demandas, saber quem realmente detém o poder de decisão ou quem pode influenciar significativamente o desfecho de um processo regulatório ou legislativo é vital para não dispersar energia.

Isso permite que a sua equipe de RIG concentre seus recursos nos relacionamentos mais estratégicos, aumentando as chances de sucesso em suas pautas. 

Metodologia Prática: 3 pontos-chave para um mapeamento de stakeholders eficaz

Para que o mapeamento de stakeholders governamentais seja verdadeiramente útil e estratégico, ele precisa seguir uma metodologia que vá além da simples descoberta de nomes.

Vamos comentar a seguir, 3 práticas que servem como pilares fundamentais que garantem sua eficácia e aplicabilidade no dia a dia das equipes de Relações Institucionais e Governamentais.

1. Como realizar uma identificação contínua de stakeholders? 

O primeiro passo é, naturalmente, identificar quem são os stakeholders. No entanto, essa identificação precisa ser estratégica, olhando para todos os níveis e esferas de poder que possam ter alguma relação com os temas de interesse da sua organização.

mapeamento de stakeholders - etapa e identificação de pessoas-chave

Obviamente, isso inclui os tomadores de decisão de alto escalão, porém, fique atento a pessoas relevantes deste universo, que são os assessores, técnicos e outros influenciadores. Muitas vezes, esses profissionais são peças-chave na formulação de pareceres e propostas.

Não subestime a importância de cargos que, à primeira vista, podem parecer secundários. São eles que detém, na maioria das vezes, o poder de agendar uma conversa que pode ser fundamental para o seu relacionamento governamental.

Quando afirmamos que a identificação deve ser um processo contínuo é justamente porque o cenário político é fluido, ou seja, pessoas mudam de cargo, novas figuras emergem, e a relevância de certos atores pode aumentar ou diminuir rapidamente.

Portanto, como mencionamos em uma seção anterior neste artigo, o mapa de stakeholders precisa ser revisado e atualizado periodicamente, incorporando novas informações e ajustando-se às mudanças conjunturais.

Completamos esta seção deixando 3 conselhos essenciais sobre este processo de identificação de pessoas-chave (stakeholders): 

  1. Fontes de Informação: Utilize canais como os diários oficiais, websites governamentais, notícias, publicações especializadas em assuntos políticos,  e até mesmo a participação em eventos do setor. Assim será mais fácil se manter informado sobre a movimentação política no que diz respeito à troca de cargos.
  2. Níveis de Abrangência: Considere stakeholders em nível federal, estadual e municipal, conforme a necessidade e o segmento da sua empresa. Muitas organizações miram somente a esfera federal, quando na verdade muitas das parcerias podem surgir na municipal.
  3. Ferramentas de Suporte: Utilize planilhas detalhadas, softwares de CRM (Customer Relationship Management) adaptados para RIG, ou consultorias de inteligência governamental que auxiliem no monitoramento. Dessa forma você permite que pessoas especializadas lidem com a parte mais complexa da pesquisa e identificação.

2. Como analisar os interesses das partes envolvidas?

Ao chegar nesta etapa, entendemos que você já tenha identificado os stakeholders. O próximo passo crítico é analisá-los profundamente.

mapeamento de stakeholders - etapa de estudo de perfis e posicionamentos

Reforçamos aqui: Não basta saber quem são; é preciso entender seus “motores” e seu potencial de impacto. Esta análise deve cobrir pelo menos três dimensões:

  1. Os interesses de cada stakeholder (o que os motiva, quais são suas pautas prioritárias, quais os resultados que buscam), 
  2. O seu nível de influência (sua capacidade real de impactar decisões, vetar propostas ou mobilizar apoio)
  3. A sua posição atual ou provável em relação aos temas de interesse da organização (se são favoráveis, contrários, neutros ou ainda não possuem uma opinião formada).

Após este estudo sobre os interesses, posições e influências, você precisa organizar uma lista, classificando esses nomes por prioridade, ou seja, com quem o diálogo é mais urgente ou estratégico?

Por exemplo, imagine que um determinado stakeholder que você identificou possua alta influência, porém, uma posição contrária a um projeto da sua empresa. Isso exigirá uma estratégia de engajamento diferente de um stakeholder com média influência, mas potencialmente favorável.

Diante disso, quem sabe você se pergunta, como pesquisar o interesse, as intenções e o posicionamento de cada stakeholder?

Vamos deixar aqui alguma dicas sobre como realizar esta investigação:

Pesquise o Histórico de Atuação desta pessoa em votações anteriores. Analise discursos, entrevistas, publicações e posicionamentos públicos para entender o padrão de comportamento e as convicções do stakeholder.

Observe a rede de relacionamentos da pessoa de interesse. É importante que este mapeamento conte com uma investigação sobre: com quem o stakeholder se relaciona, quem o influencia e sobre quem ele exerce influência, assim, você consegue entender melhor o ecossistema ao seu redor.

Em tempos de mídias sociais onde os parlamentares precisam se manter populares para aumentar seu engajamento com eleitores e com a sociedade em geral, seguir e acompanhar o stakeholder é uma ótima estratégia.

3. Como definir as estratégias de engajamento de forma personalizada

Agora que você identificou e estudou o posicionamento do stakeholder, chegou a hora de realizar o desenvolvimento de estratégias de engajamento eficazes.

mapeamento de stakeholders - etapa de criação de apresentação personalizada de abordagem

Aqui não existe uma fórmula única para interagir com todos os atores governamentais. Cada um, ou cada grupo de stakeholders com características similares, demandará uma abordagem específica, mensagens customizadas e canais de comunicação adequados.

O objetivo é construir relacionamentos de confiança e apresentar as pautas da organização de forma clara, transparente e, acima de tudo, convincente.

Você vai perceber que esta etapa da formulação de uma comunicação segura é a parte mais complexa, porque até então você apenas se concentrava em pesquisar e investigar detalhes, agora, a sua estratégia de convencimento é que precisa ser vencedora suficiente para obter sucesso.

Algumas estratégias que você pode usar:

Para isso, vai ser necessário que você desenvolva argumentos centrais que sejam adaptados para diferentes públicos.

Após  estabelecer essa comunicação específica com cada ator neste cenário político, você precisará acompanhar os resultados das ações de engajamento e estar pronto para ajustar a estratégia conforme o feedback recebido.

Mapeamento de stakeholders requer um alto nível de disciplina e envolvimento

Com todo projeto que visa o sucesso, a disciplina é o ponto-chave no caso do mapeamento de stakeholders governamentais. 

Ao compreender quem são os atores relevantes, seus interesses e sua capacidade de influência, as empresas podem direcionar seus esforços de forma mais estratégica, otimizando recursos e maximizando o impacto positivo de suas interações.

Para as empresas e profissionais de RIG que buscam aprimorar suas práticas e alcançar resultados superiores, a Elo Relações Governamentais coloca sua expertise à disposição. Nossa Equipe Comercial está pronta para conhecer as particularidades do seu negócio e discutir como podemos construir juntos uma parceria estratégica, desenvolvendo um mapeamento de stakeholders robusto e estratégias de engajamento que realmente façam a diferença.

Se você quer começar hoje mesmo a construção de uma parceria estratégica que aproxime sua empresa do ambiente político, fale com nosso time comercial.

mapeamento de stakeholders

Empresas de Goiás captam oportunidades de negócio junto ao governo

Goiás é um estado grande em muitos sentidos, começando pela questão territorial que lhe dá a 7ª posição dentre os estados brasileiros. O estado possui 340.203,329 quilômetros quadrados, ou seja, equivale ao território da Finlândia, para termos uma noção de seu potencial territorial.

Além disso, é importante lembrar que a localização estratégica de Goiás, situada no coração do Brasil, facilita o acesso a diversos mercados internos e externos, tornando o estado um ponto de convergência para o transporte e a logística, o que potencializa ainda mais suas capacidades econômicas e industriais.

Empresas de Goiás - Mapa do Brasil com foco no estado de goiás

Em termos econômicos, o estado de Goiás também é um “gigante”, pois tem experimentado um crescimento econômico significativo nos últimos anos, consolidando-se como um dos principais pólos de desenvolvimento do Brasil.

Esse crescimento é impulsionado por uma diversificação econômica que abrange desde o robusto agronegócio até a emergente indústria tecnológica

A presença de importantes universidades e centros de pesquisa também contribui para a formação de mão de obra qualificada, alimentando ainda mais a expansão industrial e tecnológica.

Índice do Artigo


Em 2024, por exemplo, foram registradas quase 10 mil novas empresas, um indicativo claro de um ambiente de negócios dinâmico e favorável.

Mas quem sabe você possa se perguntar: a que deve este crescimento do estado de Goiás? Este crescimento é impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo:

  1. políticas governamentais eficazes
  2. investimentos em infraestrutura
  3. economia diversificada

Poderíamos aqui adicionar um 4º fator que é crucial para o crescimento do estado que é a proatividade do governo estadual em atrair investimentos estrangeiros diretos.

5 pontos fortes do estado de goiás - Empresas de goiás

Programas específicos para investidores internacionais proporcionam segurança jurídica e incentivos fiscais, tornando Goiás uma opção atraente para empresas multinacionais.

Neste artigo vamos abordar sobre o potencial econômico do estado e como as empresas podem se beneficiar de oportunidades oferecidas tanto pelo Governo do Estado, quanto pelo Governo Federal.

Mas antes, vamos entender um pouco sobre o cenário econômico deste Gigante do centro-oeste brasileiro.

Goiás e o Agronegócio

Entre as principais atividades econômicas de Goiás, o agronegócio se destaca como um dos motores mais robustos. O estado é líder na produção de produtos como grãos, carne e leite, e setores que recebem substancial apoio do governo federal através de programas como o Plano Safra e linhas de crédito do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) .

Esses incentivos são fundamentais para garantir a competitividade dos produtores goianos tanto no mercado interno quanto no externo.

Além dos incentivos federais, o governo estadual também implementa programas de assistência técnica e extensão rural (EMATER), visando melhorar a produtividade e a sustentabilidade das operações agrícolas. Esses programas incluem desde a modernização de técnicas de cultivo até a adoção de práticas ecológicas que preservam o meio ambiente.

Conheça o Goiás industrial

Além do agronegócio, a indústria também desempenha um papel crucial na economia de Goiás. O estado abriga importantes polos industriais, especialmente nos setores de alimentos e bebidas, farmacêutico e automotivo.

As empresas desses setores se beneficiam de incentivos fiscais e programas de financiamento oferecidos pelo governo federal, como o:

O estado de Goiás e a Tecnologia

A inovação tecnológica e as startups emergentes em Goiás são outro ponto de destaque. Com o apoio de iniciativas federais como o Programa Inova Empresa e o Start-Up Brasil, o estado tem se tornado um hub para empresas de tecnologia, especialmente nas áreas de agritech, biotecnologia e fintech.

Esses programas oferecem recursos financeiros, capacitação e acesso a redes de investidores, impulsionando o crescimento e a internacionalização das startups goianas.

Goiás ainda é “tímido” em relação à sua atuação tecnológica, quando comparado a outros estados. De acordo com o relatório DF TechReport, o estado (juntamente com o Distrito Federal), concentra 203 startups, sendo que a maioria está concentrada em Goiânia, cidade pólo da inovação no estado.

No entanto, iniciativas recentes como a criação de parques tecnológicos e incubadoras de empresas estão acelerando o desenvolvimento do setor.

Um forte exemplo disso é o HUB GOIÁS, o primeiro Centro de Excelência em Empreendedorismo Inovador público da Região Centro-Oeste do país, medindo mais de dois mil metros quadrados e três pavimentos.

Esses espaços oferecem infraestrutura, mentoria e redes de contatos, essenciais para a maturação de startups e para a atração de investidores de capital de risco.

Como o Governo do Estado de Goiás apoia o empreendedorismo?

O Governo de Goiás tem implementado diversas medidas para facilitar a vida dos empreendedores, promovendo um ambiente de negócios mais favorável e estimulando o crescimento econômico no estado. 

Nesta seção iremos detalhar alguns dos programas e iniciativas mais relevantes para quem deseja empreender em Goiás.

Programa Goiás Facilita

O Programa Goiás Facilita é uma das principais iniciativas do governo para impulsionar a atividade econômica no estado.

Este programa oferece uma série de medidas que visam simplificar processos burocráticos e reduzir custos para os empresários. Algumas das principais ações incluem:

Empresas de Goiás tem facilitação de Contratos Internacionais

Outro aspecto importante das iniciativas do Governo de Goiás é a facilitação de contratos internacionais para startups. Com a globalização e a crescente integração econômica, é essencial que as startups goianas tenham acesso a mercados internacionais. O governo tem atuado de diversas formas para apoiar esse processo, e podemos listar algumas dessas iniciativas:

Aprovação Rápida de Projetos e Licenças para empresas de Goiás

Se abrir uma empresa já exige uma série de providências burocráticas no Brasil, imagine ter que colocar em operação uma empresa cuja atividade econômica exige licenças e documentos para fiscalização governamental.

Para incentivar a abertura e a expansão de empresas, o governo tem trabalhado na aceleração dos processos de aprovação de projetos e licenças. Isso inclui:

Com isso, a rotina dos empreendedores se torna mais fluida e menos onerosa.

Além dessas ações, o programa inclui a criação de um portal único de serviços para empreendedores, pelo qual se torna possível acessar informações, realizar procedimentos e obter suporte de forma centralizada e simplificada. Essa centralização acaba reduzindo a burocracia e facilitando a vida dos empreendedores.

Oportunidades de incentivo oferecidas pelo Governo de Goiás

Quem sabe você chegou até aqui e esteja se perguntando: ‘Mas afinal, quais são os programas disponíveis para fomentar o crescimento das empresas em Goiás’

Oportunidades de negócios oferecidas pelo Governo do Estado para empresas de Goiás

Com base em nossa pesquisa, trouxemos informações sobre oportunidades tanto do governo federal quanto do estadual.

Começamos então nossa seção comentando as oportunidades oferecidas pelo governo estadual.

Programa Produzir

Este programa oferece redução ou isenção de impostos para empresas que investem em setores estratégicos no estado. Com o Programa Produzir, as empresas goianas podem diminuir seus custos operacionais e aumentar sua competitividade.

Programa FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste)

O FCO consiste na criação de linhas de crédito com condições especiais para investimentos em inovação, expansão e modernização.

Empresas podem obter recursos financeiros a juros baixos e prazos longos, facilitando o crescimento e a inovação.

Programa Goiás Facilita

O Goiás Facilita visa simplificar processos burocráticos, como a abertura de empresas e a obtenção de licenças. As empresas participantes deste programa podem iniciar suas operações mais rapidamente e com menos custo.

Parcerias Público-Privadas (PPPs)

Colaborações entre o governo estadual e empresas privadas para desenvolver projetos de infraestrutura, como rodovias e saneamento básico.

No PPP, as empresas podem participar de grandes projetos de desenvolvimento com apoio governamental.

Programa Goiás Mais Empreendedor

Este é um programa voltado à capacitação de empreendedores para desenvolvimento de seus negócios. Ele oferece consultorias para aprimorar a gestão e a eficiência das empresas.

Com essa interferência mais “didática”, as empresas podem melhorar suas práticas de gestão e operação, aumentando sua produtividade e competitividade.

O Governo do Estado de Goiás

O Governo de Goiás está empenhado em criar um ambiente de negócios mais favorável para os empreendedores, através de programas como o Goiás Facilita (conforme mencionado anteriormente) e iniciativas para facilitar contratos internacionais e a aprovação de projetos.

Essas ações não só incentivam a criação de novas empresas, como também promovem o crescimento econômico sustentável no estado.

Para quem deseja empreender em Goiás, as oportunidades são vastas e as facilidades oferecidas pelo governo tornam o caminho mais acessível e promissor.

O que falta para muitas empresas é ter acesso e pleno conhecimento a respeito dessas oportunidades governamentais.

É neste cenário que a consultoria da Elo Relações Governamentais entra em cena, fazendo a ponte entre o seu negócio e os interesses políticos.

Vamos conversar sobre nossa consultoria? Aguardamos seu contato para falarmos sobre o seu projeto.

Elo Relações Governamentais: Entenda nossas três linhas de atuação na esfera política

Você já imaginou o quanto sua empresa pode estar perdendo por não estar por dentro da atividade política? Você sabe quais oportunidades de negócio você poderia estar concorrendo se soubesse exatamente como se conectar aos órgãos e agentes do governo? 

É comum que os brasileiros observem as movimentações políticas pela ótica das polêmicas que permeiam as atitudes dos parlamentares, bem como sua representatividade diante dos projetos de lei, contudo, o que muitos não veem são as oportunidades que o meio político pode proporcionar às empresas através de parcerias e conhecimento das decisões governamentais.

Certamente você já ouviu falar de empresas que passaram a fornecer produtos para a área da saúde, ou quem sabe, empresas que se conectaram ao governo para fornecer tecnologia para áreas como segurança pública ou educação.

São essas oportunidades de parcerias e contratos lucrativos que muitas vezes passam despercebidos por empreendedores que não se atualizam sobre atividade parlamentar.

A outra face dessa desatenção é marcada pelos impactos negativos, como o não cumprimento de regulamentações, que pode levar a multas e sanções.

São muitas as justificativas que poderíamos pontuar aqui para reforçar a importância de estar conectado ao universo político.

A Elo Relações Governamentais ajuda a prevenir esses riscos e a identificar oportunidades, garantindo uma gestão estratégica e eficaz no cenário governamental.

Por este motivo, criamos este conteúdo para que você conheça nossa atuação e também entenda as principais vantagens de poder contar com uma consultoria de relações governamentais.

Quem é a Elo Relações Governamentais?

A Elo Relações Governamentais é uma consultoria especializada em conectar o setor privado ao público, oferecendo soluções personalizadas para negócios que precisam acompanhar as movimentações governamentais.

Com base na ética e na confiança, formamos equipes multidisciplinares para atender às demandas dos clientes, abrir novas oportunidades e prevenir riscos.

Atendemos mais de 120 municípios e atuamos em mais de 20 estados brasileiros.

O serviço de Relações Governamentais serve para qual tipo de empresa?

A capacidade de entender e influenciar políticas públicas pode significar a diferença entre crescimento sustentável e obstáculos regulatórios significativos, e isso serve para QUALQUER EMPRESA.

Nesse contexto, serviços especializados, como os oferecidos pela Elo, tornam-se essenciais, por isso, precisam ser acessíveis.

A Elo não apenas facilita o acesso a informações estratégicas e contatos-chave no governo, mas também oferece soluções acessíveis financeiramente, adaptadas às necessidades específicas de cada empresa, independentemente do setor ou tamanho.

Acreditamos que essa acessibilidade democratiza o acesso às relações governamentais, permitindo que todas as empresas possam navegar de maneira eficaz no ambiente regulatório e político.

Isso ajuda a fortalecer a posição da sua empresa no mercado e sua capacidade de crescimento sustentável, seja qual for o posicionamento atual que ela tem no mercado.

Nossa Abordagem

Guiados por um relacionamento próximo com os clientes, desenvolvemos estratégias que integram inteligência política e regulatória com as necessidades de cada empresa. 

Os valores da Elo

  1. Inovação: Buscamos continuamente soluções inovadoras.
  2. Responsabilidade Social: Priorizamos práticas que beneficiem a sociedade.
  3. Ética e Transparência: Mantemos altos padrões éticos em todas as nossas ações.
  4. Trabalho em Equipe: Valorizamos a colaboração e o trabalho conjunto.
  5. Foco em Resultado: Nos dedicamos a alcançar resultados concretos para nossos clientes.
  6. Respeito à Diversidade: Promovemos a inclusão e a valorização das diferenças.

Nossos Serviços: As frentes de trabalho da Elo junto aos clientes

Dividimos nossa atuação em três eixos principais a fim de projetarmos nossas equipes para atender melhor nosso público-alvo:

  1. Monitoramento de Políticas Públicas: Acompanhamos trâmites legais e votações para manter nossos clientes informados sobre mudanças relevantes.
  2. Inteligência Política e Regulatória: Analisamos incentivos fiscais e riscos regulatórios, oferecendo planos de ação alinhados com as diretrizes governamentais.
  3. Defesa de Interesses e Engajamento: Promovemos o engajamento das empresas com stakeholders importantes, representando e defendendo seus interesses.

Por que escolher a Elo?

É comum que a maioria das agências de relações governamentais tenham foco nas oportunidades que o Governo Federal pode fornecer ao setor privado, e a Elo é uma dessas agências, porém, temos especialidade na conexão entre as empresas e os Governos dos Estados e Municípios. Ou seja, nossa atuação subnacional amplia ainda mais as oportunidades de negócios aos nossos parceiros.

A Elo entende a importância de uma comunicação fluida e transparente entre os setores privado e público. Nosso objetivo é não só facilitar essa comunicação, mas também criar oportunidades de negócios e minimizar riscos por meio de um engajamento estratégico.

Conquista do Selo IBRACEM

Confiança é tudo quando se trata de negociações, por isso procuramos nos manter com uma atuação de alto padrão no relacionamento com nossos clientes e parceiros. Um reflexo dessa busca pela excelência foi a conquista da Certificação IBRACEM.

Em janeiro de 2024, a Elo conquistou o selo “Empresa monitorada: Avaliação da Conformidade Legal IBRACEM” que é um reconhecimento que destaca nosso compromisso com a conformidade legal e ética nos negócios, garantindo que nossas operações sejam transparentes e dentro dos padrões regulatórios exigidos. A certificação IBRACEM proporciona confiança e credibilidade, reduz riscos legais e reafirma nosso compromisso com a transparência e ética em todas as nossas ações.

Atuação Subnacional

A Elo Relações Governamentais também é especialista em conectar empresas com governos estaduais e municipais.

Nossa atuação subnacional amplia ainda mais as oportunidades de conexão com a atividade parlamentar, permitindo um engajamento mais eficaz e personalizado. Com isso, ajudamos nossos clientes a navegar pelas complexidades dos governos locais, potencializando suas oportunidades de negócio e garantindo uma presença estratégica em todas as esferas de governo.

Vantagens de uma Consultoria de Relações Institucionais e Governamentais

Ter uma consultoria de relações institucionais e governamentais como a Elo proporciona várias vantagens. Abaixo pontuamos alguns dos principais benefícios.

  1. Atendimento Personalizado: Oferecemos soluções sob medida para as necessidades específicas de cada cliente. Fazemos uma imersão no segmento de cada empresa, mapeando as oportunidades e os pontos onde pode haver uma conexão com o governo para um relacionamento comercial.
  2. Foco em Resultados: Nosso compromisso é alcançar resultados concretos e mensuráveis, por isso temos em nosso time pessoas qualificadas para registrar cada conquista e medir resultados para que todos possam perceber o desenvolvimento de um projeto de RIG (Relações Institucionais e Governamentais).
  3. Engajamento Contínuo com Stakeholders: Mantemos uma comunicação constante com todas as partes interessadas, fortalecendo relações e ampliando oportunidades. 
  4. Prevenção de Riscos: Monitoramos o cenário regulatório e político para antecipar e mitigar riscos. Sem essa observação constante, as empresas parceiras estariam mais expostas a sanções e multas pelo não cumprimento de regras regidas por novas leis.
  5. Acesso a Informações Exclusivas: Fornecemos insights valiosos e atualizados sobre o ambiente governamental e legislativo. Além disso, o fato de estarmos constantemente atualizados sobre o segmento de atuação de nossos clientes nos permite captar rapidamente as oportunidades licitatórias. 

O que fazemos com todas as informações que levantamos aos nossos clientes?

Uma Consultoria de RIG não consiste apenas em levantar informações relevantes ou antecipar possíveis impactos. Nossa atuação inclui a criação de planos de ação para estudar e contornar os impactos das leis, bem como a atuação estratégica na formulação de políticas públicas.

Entendemos que a busca pelos resultados é uma parceria que vai do início ao fim dos projetos, por isso trabalhamos tanto nas etapas de pesquisa e levantamento de dados, quanto na execução dos serviços de alinhamento das empresas para alcançarem seus objetivos.

Queremos conectar nossa equipe com a sua para manter sua empresa alerta quanto às oportunidades com o Governo.
Se você quer levar essa parceria para o seu negócio, entre em contato com nosso time comercial para conversarmos sobre suas intenções.

Entenda mais sobre as leis ambientais que impactam o setor privado

Não é segredo para ninguém que o Brasil é um país diverso e exuberante no que diz respeito a riquezas naturais. Desde a Floresta Amazônica que atrai o olhar de líderes de todos os países, até a mata atlântica que corta o litoral brasileiro de norte a Sul, contamos com riquezas de insumos utilizados nas mais diversas manufaturas.

Apesar dessa riqueza e insumos ser boa para as atividades econômicas do Brasil, houve determinadas fases na história em que o Governo Brasileiro precisou intervir por meio de políticas públicas para que não houvesse um impacto negativo na natureza.

Neste artigo iremos abordar sobre as leis ambientais que impactaram o setor privado nos últimos anos.

Além disso, neste conteúdo você irá descobrir como as empresas podem se conectar ao governo por meio de programas ligados ao meio ambiente.

Índice do Artigo


Por que foram criadas as leis ambientais no território brasileiro?

A necessidade de criar leis ambientais no Brasil surgiu pela geração de consciência sobre a importância da preservação do meio ambiente para a saúde pública.

Vários fatores contribuíram para que o governo brasileiro começasse a investir tempo e recursos na criação de uma legislação ambiental robusta a partir do século XX. Dentre esses fatores podemos destacar.

A aceleração da degradação ambiental

Pelo fato de ter uma vasta área verde, algumas regiões brasileiras enfrentaram processos intensos de desmatamento, poluição e degradação devido à expansão industrial e urbana. 

Por consequência, isso resultou na perda da biodiversidade, erosão do solo e contaminação de águas.

Para que isso não se agravasse em decorrência do crescimento populacional e das demandas de bens consumíveis, foi necessária a discussão de pautas sobre preservação.

Movimentos sociais e a pressão internacional

Nas décadas de 1970 e 1980, houve uma intensificação dos movimentos sociais e ambientais no Brasil. Além disso, a pressão internacional aumentou, especialmente após conferências globais sobre meio ambiente.

A famosa Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano em Estocolmo (1972) e a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro (1992) foram dois eventos icônicos que marcaram o fortalecimento dos planos de ação para preservação ambiental.

Desastres naturais

Incidentes como a contaminação por mercúrio na Amazônia, desastres de mineração, e episódios graves de poluição urbana mostraram também a necessidade de uma ação legislativa para prevenção do meio ambiente.

Na medida em que esses acontecimentos entravam em cena, o Governo percebia que não havia uma política estruturada e padronizada para resolver problemas de poluição em massa.

Preservação animal

A evolução dos estudos ligados à biologia também foi um fator determinante para acelerar a urgência das políticas públicas ligadas ao meio ambiente, pois muitos estudos indicavam a extinção de algumas espécies da fauna brasileira, bem como a ameaça de extinção de outras espécies.

Percebeu-se que a morte de muitos animais estava associada à mudança brusca de seu habitat em decorrência do desmatamento e avanço da atividade urbana.

Desenvolvimento Sustentável

Com o passar dos anos, houve um conceito que ganhou força nos fóruns mundiais sobre omeio ambiente: Desenvolvimento sustentável.

As discussões realizadas no exterior sugeriram a criação de políticas que equilibrassem o crescimento econômico com a proteção ambiental. Essas leis ambientais visam promover um uso mais racional e sustentável dos recursos naturais.

Obviamente, o impacto maior seria na rotina das grandes empresas, as quais eram, em parte, responsáveis pelo desmatamento e exploração mineral (insumos para a indústria).

As principais justificativas do Governo Brasileiro para a criação de leis ambientais

Acima de tudo, as decisões governamentais tiveram como prioridade a Saúde Pública.  A poluição e degradação ambiental têm impactos diretos na saúde da população, como doenças respiratórias e contaminação de fontes de água.

Além disso, outra grande justificativa do governo foi a Economia Sustentável, a qual foi veiculada por leis ambientais que passaram a incentivar práticas econômicas sustentáveis que garantem (a longo prazo) a disponibilidade de recursos naturais essenciais.

A imagem internacional também foi  um dos fatos que pesou na justificativa governamental. O cumprimento de compromissos internacionais em fóruns e acordos ambientais melhora a reputação do país e facilita a cooperação e os investimentos externos.

Sem essa relação com os demais países, o Brasil teria mais dificuldade em fomentar acordos de exportação, uma vez que os países não se relacionam economicamente com um país ambientalmente irresponsável.

A timeline das principais Leis Ambientais no Brasil

As leis que temos no presente momento são resultados de décadas de desenvolvimento de políticas ambientais.

Para esclarecer a evolução de nosso compromisso ambiental no Brasil, organizamos os principais marcos legislativos da nossa história política.

Como você pode ver, são mais de 9 décadas de desenvolvimento de leis para proteção ambiental. A seguir vamos abordar sobre os impactos que essas leis causam no setor privado.

Como as empresas do ramo privado são impactadas pelas leis ambientais?

As leis em geral impõem requisitos, seja para pessoas físicas ou jurídicas. No caso das leis ambientais, a padronização da conduta empresarial serve para:

Em termos mais práticos, imagine que uma indústria química instalada no Brasil esteja diante da lei Lei de Controle de Emissões e Tratamento de Efluentes Industriais (Lei nº 14.200/2024).

Esta lei ordena que as empresas deste ramo devem reduzir as emissões de gases poluentes em 30% nos próximos três anos, além de implementar sistemas de tratamento de efluentes líquidos para remover contaminantes antes do descarte. Outra exigência dessa lei é a obrigatoriedade de monitorar  periodicamente as emissões e os efluentes, reportando os dados aos órgãos responsáveis pela fiscalização.

Diante dessa exigência, essa empresa do segmento químico precisará passar por algumas adequações estruturais que envolvem determinados investimentos, como:

Diante dessas exigências, as empresas deverão ter prazo para cumprimento de cada requisito a fim de evitar o risco de  multas e penalidades, pois a falta de conformidade pode levar a sanções e até à interrupção das atividades empresariais.

Como diminuir os impactos da legislação ambiental no ramo empresarial privado?

Contar com uma assessoria de relações governamentais (RIG) especializada é essencial para empresas ligadas ao meio ambiente, devido à complexidade e constante evolução das leis e regulamentações ambientais.

Essa assessoria oferece diversos benefícios que ajudam as empresas a navegar por esse cenário de alterações legais, garantindo conformidade, antecipando riscos e aproveitando oportunidades.

Listamos abaixo os principais benefícios de contar com um time de assessores especializados em RIG:

Se você faz parte de uma empresa que sofre constantemente impacto direto da legislação ambiental, a Elo Relações Governamentais é uma ótima opção para que você possa estreitar os laços com os órgãos governamentais e assim diminuir o impacto negativo decorrente das movimentações legais.
Entre em contato com nosso time comercial para saber como nossa consultoria pode ser útil para o seu desenvolvimento.

Incentivos econômicos, como o próprio nome sugere, são uma estratégia adotada pelo governo cujo objetivo é influenciar as atividades econômicas das empresas por meio de programas financeiros que impulsionam sua expansão comercial, ou seja, são financiamentos facilitados ou até mesmo benefícios fiscais acessíveis para que as empresas possam ter mais segurança econômica para investir em sua estrutura.

Esses incentivos podem assumir várias formas, desde subsídios e isenções fiscais até financiamentos subsidiados e investimentos diretos em infraestrutura.

Em resumo, os incentivos fiscais representam uma “ferramenta governamental” para promover o crescimento econômico, a inovação e a competitividade em diferentes setores da economia.

Para as empresas em busca de oportunidades de crescimento e desenvolvimento, os incentivos econômicos representam uma fonte de estímulo, capaz de impulsionar sua inovação.

Índice do Artigo


Por que exatamente o Governo se preocupa em criar políticas de incentivos econômicos?

Ao proporcionar melhores condições financeiras aos empreendedores em ascensão, o governo brasileiro aumenta as chances de cultivar no Brasil uma cultura de evolução e inovação, apostando em ideias que podem revolucionar o mercado.

Existem no Brasil muitas mentes empreendedoras que criam diariamente soluções para as diversas dores encontradas na sociedade, desde segurança pública, saúde, educação, construção civil e outras áreas.

Os resultados desse incentivo são a expansão de ideias, crescimento exponencial de empresas e, consequentemente, maior geração de empregos.

Além disso, investir no apoio a essas empresas, pode “Colocar o Brasil no Mapa da Inovação”, ou seja, as grandes ideias criadas em território nacional poderão ter maior prestígio internacional, atraindo o olhar de investidores.

O  crescimento das empresas também reflete nos cofres públicos, uma vez que as empresas passam a contribuir mais com o governo por meio dos impostos, gerando assim um crescimento coletivo para a nação.

Quais são os 4 principais incentivos econômicos oferecidos pelo Governo Brasileiro?

Em geral, o Governo Federal possui em sua política 4 principais incentivos econômicos para empresas que almejam expandir seus negócios ou, quem sabe, buscar uma recuperação financeira por meio desses incentivos.

Listamos os 4 subsídios abaixo para que você entenda quais são e como aplicar para sua participação.

Subsídios financeiros do governo

Os subsídios financeiros são valores concedidos pelo governo ou por entidades públicas para apoiar tanto as empresas, quanto setores ou atividades específicas. Esses subsídios podem ser diretos, como transferências de dinheiro, ou indiretos, como reduções de tarifas.

Para aplicar a esses subsídios, as empresas interessadas devem primeiramente identificar os programas disponíveis em seu setor ou região. Em geral, esses programas são anunciados nos portais oficiais dessas instituições, no painel de notícias, ou na área de editais.

As empresas que aplicam para esses subsídios, precisam atender a alguns critérios ou requisitos, que podem incluir demonstrar impacto econômico, social ou ambiental, e seguir os procedimentos de inscrição especificados pelos órgãos governamentais responsáveis.

Isenções Fiscais

Isenções fiscais são benefícios que permitem que as empresas reduzam ou eliminem certos encargos tributários, como:

As empresas podem aproveitar as isenções fiscais verificando as leis tributárias locais ou nacionais para identificar as disposições que se aplicam a elas.

Como qualquer outra oferta feita pelo governo, as empresas devem cumprir os requisitos estabelecidos para qualificar-se para essas isenções

Créditos Tributários

Os créditos tributários são valores que as empresas podem deduzir de seus impostos devidos. Eles podem ser oferecidos para incentivar atividades específicas, como:

As empresas que desejam acessar créditos tributários geralmente precisam apresentar documentação que comprove o cumprimento dos requisitos estabelecidos.

Financiamentos Subsidiados

Financiamentos subsidiados são como empréstimos ou linhas de crédito, porém, são oferecidos a taxas de juros abaixo do mercado. 

Esses benefícios geralmente são anunciados no Portal Oficial do Governo Federal, em parceria com bancos públicos e instituições financeiras parceiras (privadas).

Prepare-se para a apresentação de um plano de negócios com fundamentação bem objetiva sobre o seu planejamento. Isso mesmo! Além de terem que atender aos critérios de elegibilidade, as empresas precisam se preparar para a apresentação de um plano de negócios detalhado que fundamente o uso da verba solicitada.

O que é a Lei do Bem e como ela funciona no Brasil?

Não temos como comentar este assunto sem abordar a famosa Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005). Essa lei visa incentivar a inovação tecnológica e o desenvolvimento científico no país. Ela estabelece uma série de incentivos fiscais para empresas que realizam atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil, mais conhecida como P&D.

Dentre as formas de incentivos desta lei estão as principais: 1) concessão de benefícios fiscais sobre o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e sobre a 2) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Em resumo, as empresas que realizam despesas com P&D podem deduzir até 160% do valor dessas despesas do lucro líquido, o que reduz o valor do IRPJ e da CSLL, impostos comentados acima.

Você pode estar se perguntando: Como me tornar elegível para aplicar aos requisitos da Lei do Bem? As empresas devem desenvolver projetos de pesquisa tecnológica e inovação em áreas especificadas, que são:

Além disso, a empresa precisará atender certos requisitos, dentre eles, a apresentação de relatórios técnicos e a comprovação da efetiva realização das despesas de P&D.

Digamos que se trata de uma troca justa, a empresa investe em P&D para contribuir no cenário tecnológico do país, recebendo assim incentivos fiscais que reduzem sua carga tributária.

Qual a melhor forma para aplicar aos benefícios e incentivos econômicos no Brasil?

É neste exato momento que a assessoria de Relações Governamentais entra em cena. Neste cenário de pesquisa pelo melhor programa, a assessoria faz muito mais do que apenas encontrar o programa ideal, a principal função na verdade consiste em preparar a empresa para atender todos os requisitos exigidos pelo governo.

A Elo realiza este serviço, servindo como uma ponte entre os interesses da empresa e as normas estabelecidas pelos órgãos governamentais. Neste sentido, acompanhamos os editais e regras de cada programa, caminhando lado a lado com as empresas parceiras para alinhá-las aos requisitos do programa.

Se você visa expandir seu negócio, ou precisa de um incentivo econômico para gerenciar uma crise financeira para a sua empresa, conte com nosso time comercial.

Queremos ser seu parceiro, realizando o relacionamento governamental que sua empresa precisa para evoluir.

Compliance Empresarial: Um guia sobre alinhamento legal para empreendedores

Compliance Empresarial é uma ação necessária para que as empresas operem em solo nacional, já que todas as organizações estão sujeitas a uma série de regras que podem ou não ser de cunho legal.

Geralmente, quem tem a iniciativa de abrir um negócio, nem sempre domina assuntos relacionados aos aspectos legais necessários tanto para que a empresa seja aberta quanto para que ela opere comercialmente.

Se você faz parte ou lidera uma corporação que lida com exportações, por exemplo, não só precisa estar por dentro de aspectos legais ligados à logística nacional, como também precisa estar atento às normas internacionais de comércio exterior e transações de produtos.

É neste momento que o compliance empresarial entra em cena, ou seja, a necessidade de uma empresa estar alinhada às legislações vigentes de sua área de atuação demanda um processo de estudo, treinamento de pessoas, adequação de processos, e criação de uma nova cultura na empresa a fim de que tudo fique em dia com o governo brasileiro.

Neste conteúdo, iremos abordar algumas boas práticas para que você entenda a importância do compliance empresarial e os impactos que ele pode trazer ao seu negócio.

Continue lendo para entender os conceitos e as dicas que a Elo Relações Governamentais criou para facilitar suas ações em prol do Compliance Empresarial.

O que é Compliance Empresarial?

Compliance consiste em um grupo de regras, políticas e regimentos que a organização cria para adequar seus processos às leis vigentes, tanto leis gerais relacionadas a questões econômico financeiras, quanto leis específicas do ramo de atuação no qual a empresa está inserida.

Um exemplo de compliance empresarial pode ser facilmente identificado em empresas ligadas ao ramo logístico, as quais precisam estar adequadas às questões fiscais como:

Além dos documentos acima, os quais são essenciais para que a empresa opere comercialmente em território brasileiro, existem legislações específicas ligadas ao ramo logístico que podem impactar na forma de se trabalhar, exigindo então uma adequação dos processos, como por exemplo:

  1. Lei dos Motoristas de Caminhão Profissionais – Lei 13.103/2015 (conhecida como Lei do Caminhoneiro)
  2. LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – Lei 13.709/2018.

Sendo a primeira relacionada às regras de jornada de trabalho do profissional caminhoneiro, as quais impactam na organização de carga horária e rotas; e a segunda relacionada à proteção de dados de clientes e fornecedores, já que as empresas lidam com a manipulação de dados sensíveis como informações de ordem financeira.

Neste sentido, o compliance empresarial tem a finalidade de criar etapas ao longo dos processos existentes na empresa para que os profissionais e sistemas contribuam com a adequação às exigências legais.

Como iniciar um processo de Compliance Empresarial

Geralmente,  empresários pesquisam e contam com o auxílio de contadores para as adequações iniciais ligadas ao ramo financeiro e fiscal, já que, sem essas adequações, é impossível operar comercialmente em solo nacional. 

Contudo, as demais adequações aos termos legais muitas vezes pode depender de um profissional consultor especialista em leis, ou até mesmo alguém com experiência suficiente para adequar os processos da empresa à exigência legal vigente.

O primeiro passo para iniciar um processo de compliance empresarial é pesquisar a legislação vigente da sua área de atuação.

Fora a CLT, que prevê normas gerais relacionadas ao departamento pessoal (Recursos Humanos) de qualquer corporação, independente do tamanho, procure observar se a sua área de atuação conta com leis específicas, por exemplo:

Cada área possui sua particularidade legal. Algo interessante que se deve pontuar aqui é justamente a evolução dessas leis. Muitas dessas leis sofrem emendas, e muitas outras são criadas ao longo de nossa evolução política, por este motivo, muitas empresas precisam realizar novas adequações em seus processos para se adequar às novidades legais, mesmo que já estejam atuando no mercado há muito tempo.

Crie uma política interna de trabalho para sua organização

As políticas internas nada mais são do que documentos com diferentes protocolos de atuação, ou seja, é o documento pelo qual a empresa estabelece os padrões de trabalho aos colaboradores.

A criação de diferentes protocolos em uma política serve para que a empresa esclareça aos colaboradores as regras que eles devem seguir, garantindo assim que  os processos não deixem passar detalhes que são responsáveis pelo cumprimento das leis nacionais.

As políticas devem conter a postura que a empresa tem diante de determinadas situações comuns no dia a dia.

Além da política, muitas empresas criam Manuais de Conduta, ou Regimentos internos, que além de  seguirem a política da empresa (postura), contém regras, passo-a-passos, e fluxos de processos que desenham o cenário ideal de atuação.

Por serem documentos que refletem as operações da empresa no dia-a-dia, eles devem ser constantemente revisados para estarem de acordo com a legislação atual.

Crie uma rotina de treinamento para que as pessoas absorvam as novas regras

Imagine que cada vez que uma regra legal é alterada, a empresa decide implementar as mudanças em sua política, porém não informa os colaboradores da nova mudança.

De nada adianta a alteração física de um documento se as pessoas são as protagonistas no processo de adequação às novas regras.

O ideal é que a empresa reforce periodicamente o treinamento dos colaboradores para que todos entendam o porquê do cumprimento de determinadas regras.

É interessante que as pessoas entendam o impacto que suas ações terão no alinhamento legal da empresa, do contrário, irão seguir regras sem contexto, e sem entender o seu real valor.

Este tipo de atitude deixa margem para que as pessoas não cumpram determinadas regras necessárias por julgarem não serem importantes. Sem essa conscientização, a empresa pode deixar de cumprir exigências necessárias para o seu funcionamento.

Riscos que as empresas correm por não realizarem o Compliance Empresarial

Quando uma organização não se adequa às exigências legais, ela pode estar sujeita a sanções por parte do governo, ou seja, multas de alto valor aplicadas à empresa por não cumprirem requisitos legais.

Um forte exemplo deste caso é a própria LGPD. A Lei Geral de Proteção de Dados prevê que as empresas criem dispositivos internos para manipular os dados das pessoas de uma forma responsável, evitando assim o vazamento de informações que podem ser prejudiciais às pessoas.

Se uma empresa não controla seu banco de dados onde estão armazenadas as informações de seus clientes, essas listas podem facilmente cair nas mãos de pessoas mal intencionadas que podem, inclusive, vender informações sensíveis como CPF, dados de contas bancárias, endereço residencial, e até mesmo detalhes médicos como tipo sanguíneo, informações sobre alergias e sensibilidades, além de outros históricos pessoais.

Caso uma pessoa seja abordada indevidamente por empresas que fazem uso desses dados sensíveis para fins comerciais, a empresa que forneceu a lista pode ficar sob investigação da justiça por acusação de venda indevida de lista de dados pessoais.

As sanções podem passar de multas de R$ 50.000 em casos específicos. Certamente você não quer que sua empresa enfrente desafios como este, por isso, a hora de criar políticas para proteção dos dados dentro da sua empresa é agora.

Compliance empresarial exige constante monitoramento dos processos

A forma mais comum para averiguar se os processos da sua empresa estão ou não correspondendo às leis é por meio de auditorias de processos.

É necessário criar em sua empresa uma cultura de análise de processos com uma certa periodicidade na intenção de verificar como as pessoas estão executando suas etapas de trabalho.

A auditoria precisa conter um checklist das principais leis para facilitar o auditor no reconhecimento de falhas no processo.

Acima de tudo, não se esqueça de documentar sua auditoria, pois dessa forma você irá garantir que a análise foi concluída e que sua empresa não corre risco de sofrer penalizações por estar distante do cumprimento das leis.

Conte com a Elo para  o seu Compliance Empresarial 

Começar um processo de compliance empresarial obviamente vai requerer de você uma dedicação pessoal, além de envolver membros chaves de sua equipe, porém, o processo pode ser muito mais fluido quando você conta com uma empresa especialista na análise de leis e adequação de processos.

A Elo Relações Governamentais faz a ponte entre o seu negócio e a legislação vigente que pode impactar nos seus processos.

Nosso serviço de monitoramento político encurta a distância do seu alinhamento legal. Além disso, temos a capacidade de encontrar oportunidades de negócios para sua empresa por meio de um estudo dirigido sobre sua área de atuação.

Muitas empresas conseguem firmar contratos diretamente com o governo, ou até mesmo participar de licitações após terem um relacionamento mais próximo com órgãos governamentais e agentes do governo federal.
Se você precisa deste elo, entre em contato com nossos especialistas para entender como podemos elevar sua empresa a um novo patamar.